"A existência precede e governa a essência."
Jean-Paul Sartre
Nascemos, logo existimos. Não somos nada. Somos tudo.
As experiências que confrontamos durante toda nossa vida moldam a nossa essência.
Essa essência não é estática, como durante muito tempo pensei. Certos pontos dela podem até ser, ou melhor, podem até possuir uma proteção contra a mutabilidade. Uma espécie de dogma do ser.
Mas a verdade é que quando nos dispusemos a viver a vida, todos nossos dogmas são postos em xeque. Todos perdem esse véu de imutabilidade e passam a ser relativos, passíveis de transformações.
Podemos ser qualquer coisa. Ou melhor, tudo aquilo que nos voluntariamos a viver ditará o rumo da nossa essência. Para ser é preciso existir, e para existir não é preciso ser.
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