O que se sente não interessa.
O que se sente não tem valor.
O que se faz sim, é importante.
Não adinta pensarmos que todos são iguais e merecem respeito se continuamos perpetuando atos de intolerência.
De pouco adianta acharmos que somos justos se convivemos e toleramos a injustiça dos outros.
Não adianta pensarmos que amamos alguém, pois se não falamos pra essa pessoa, de nada vale, a felicidade precisa ser compartilhada.
Às vezes nos valemos de uma situação confortável. Pensamos que por pensar de maneira nobre, muitas vezes não é preciso agira de maneira nobre. Mas aquele que pensa com retidão e não haje, continua permitindo que o torto seja torto, e só ele seja conhecido.
Se ama alguém e não fala, então não ama, pensa que ama.
O que se pensa não tem valor, o que se faz sim.
Como descrever o indescritível. Descrever é explicar, exemplificar, esclarecer. NÃO ESTOU AQUI PARA ESCLARECER. NÃO ESTOU AQUI PARA ESCURECER. ESTOU AQUI PARA METER A COLHER, E SÓ! A, e sem distinção de assunto, SEM CRITÉRIOS!!
24 fevereiro, 2009
17 fevereiro, 2009
Seu Saraiva
- Opa, como vai? Quanto tempo. Acho que uns 3 meses não. Mas e ai, me conta o que tem feito! Me conta algo novo ae!
Pronto. Fudeu. Pergunta cretina. Esse merda acha que só porque ele ta todo queimado, todo sorridente, todo animado, todos a sua volta tem que estar também. Por acaso ele acha que minhas férias foram boas?
Ainda me vem com a pergunta que faz minha espinha gelar. Na boa, quando me pedem para contar algo novo eu fico pra morrer, no duro. Toca uma sirene na minha cabeça. Eu tenho a obrigação de responder algo e rápido. Sinto que sou um cretino com uma vida vazia por não conseguir fazer jus a pergunta do animal do meu amigo. E o pior é que não é não tenha acontecido nada na minha vida. Com certeza acontece. Acontece na de todo mundo.
Mas essa pergunta remete a algo grande. Digno de nota. Respeitável. Uma experiência única, enriquecedora. Ou você acha que dizer para ele que ontem eu experimentei chuchu é algo memorável? Ou melhor, ontem eu decidi que só tomaria banho gelado dali por diante!! Não, já sei, vi uma menina muito gostosa no metrô! Ah não, claro, como fui esquecer. Tomei um sorvete novo!
Porra, foram só as férias. Nada mais do que isso. Algumas pequenas alterações na rotina mas nada mais. Afinal, eu continuo não comendo chuchu. E minha vida continua a mesma.
Pronto. Fudeu. Pergunta cretina. Esse merda acha que só porque ele ta todo queimado, todo sorridente, todo animado, todos a sua volta tem que estar também. Por acaso ele acha que minhas férias foram boas?
Ainda me vem com a pergunta que faz minha espinha gelar. Na boa, quando me pedem para contar algo novo eu fico pra morrer, no duro. Toca uma sirene na minha cabeça. Eu tenho a obrigação de responder algo e rápido. Sinto que sou um cretino com uma vida vazia por não conseguir fazer jus a pergunta do animal do meu amigo. E o pior é que não é não tenha acontecido nada na minha vida. Com certeza acontece. Acontece na de todo mundo.
Mas essa pergunta remete a algo grande. Digno de nota. Respeitável. Uma experiência única, enriquecedora. Ou você acha que dizer para ele que ontem eu experimentei chuchu é algo memorável? Ou melhor, ontem eu decidi que só tomaria banho gelado dali por diante!! Não, já sei, vi uma menina muito gostosa no metrô! Ah não, claro, como fui esquecer. Tomei um sorvete novo!
Porra, foram só as férias. Nada mais do que isso. Algumas pequenas alterações na rotina mas nada mais. Afinal, eu continuo não comendo chuchu. E minha vida continua a mesma.
14 fevereiro, 2009
inspire-se
Nosso medo mais profundo não é sermos medíocres.
Nosso medo mais profundo é sermos poderosos demais.
É a nossa luz, e não nossa escuridão, que nos assusta.
Sendo medíocre você não serve ao mundo.
Não há nada enriquecedor em se diminuir para que os outros não se sintam inseguros perto de você.
Somos todos feitos para brilhar como crianças.
Não apenas alguns de nós, mas todos nós.
Quando deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente nós damos às outras pessoas permissão para que possam fazer o mesmo, nós as inspiramos.
Ao nos liberarmos de nossos medos, automaticamente essa nossa presença libera os outros.
fonte
Nosso medo mais profundo é sermos poderosos demais.
É a nossa luz, e não nossa escuridão, que nos assusta.
Sendo medíocre você não serve ao mundo.
Não há nada enriquecedor em se diminuir para que os outros não se sintam inseguros perto de você.
Somos todos feitos para brilhar como crianças.
Não apenas alguns de nós, mas todos nós.
Quando deixamos nossa própria luz brilhar, inconscientemente nós damos às outras pessoas permissão para que possam fazer o mesmo, nós as inspiramos.
Ao nos liberarmos de nossos medos, automaticamente essa nossa presença libera os outros.
fonte
11 fevereiro, 2009
sobre eles
Maracanã vazio. Somente os mais fanáticos foram assistir àquela partida, isso porque o time já estava classificado e o jogo era daqueles que chamam de “jogo pra cumprir tabela”.
Acaba o primeiro tempo, resultado parcial 1x1. O brilhante repórter pergunta ao atacante matador:
- Como foi o gol?
- Ué, você não viu não?
Tem gente que pede né não?!
Acaba o primeiro tempo, resultado parcial 1x1. O brilhante repórter pergunta ao atacante matador:
- Como foi o gol?
- Ué, você não viu não?
Tem gente que pede né não?!
09 fevereiro, 2009
Justice can easily be bought in Brazil
Essa frase foi retirada de um blog que comecei a ler a pouco tempo. É a visão de uma novaiorquina que veio morar no brasil, a mais ou menos 1 ano e meio. Não vou entrar no mérito quanto a qualidade do blog. Isso é subjetivo, pessoal, privado.
De qualquer maneira, é uma forte sentença. Não pode ser desprezada. Dita por alguém de outra cultura. Talvez etnocêntrica, talvez não. Alguém que está vendo de fora, mesmo estando dentro, ainda que sempre de fora.
Essa visão em certos pontos torna-se facilmente preconceituosa, generalizante e até mesmo infundada. Porém esse não é o problema uma vez que o preconceito faz parte da alma humana e por isso é utopia achar que ele pode ser estirpado. O que não podemos é permitir a expressão do mesmo; é permitir que o mesmo cause mágoas naqueles que o sofrem.
O que preocupa é o fato de alguém chegar de fora e facilmente ter uma opnião tão radical e específica. Acho que ta na hora de repensarmos os sinais que estamos mandando.
Essa frase foi retirada de um blog que comecei a ler a pouco tempo. É a visão de uma novaiorquina que veio morar no brasil, a mais ou menos 1 ano e meio. Não vou entrar no mérito quanto a qualidade do blog. Isso é subjetivo, pessoal, privado.
De qualquer maneira, é uma forte sentença. Não pode ser desprezada. Dita por alguém de outra cultura. Talvez etnocêntrica, talvez não. Alguém que está vendo de fora, mesmo estando dentro, ainda que sempre de fora.
Essa visão em certos pontos torna-se facilmente preconceituosa, generalizante e até mesmo infundada. Porém esse não é o problema uma vez que o preconceito faz parte da alma humana e por isso é utopia achar que ele pode ser estirpado. O que não podemos é permitir a expressão do mesmo; é permitir que o mesmo cause mágoas naqueles que o sofrem.
O que preocupa é o fato de alguém chegar de fora e facilmente ter uma opnião tão radical e específica. Acho que ta na hora de repensarmos os sinais que estamos mandando.
08 fevereiro, 2009
sobre nós
Conversa vai, conversa vem:
- Na boa, eu conhecia uma família que era assim também Rodrigo. No duro, eu adorava ir pra casa desse meu amigo porque me divertia horrores. Era o seguinte: A mãe dele vinha berrando, dando o maior esporro no pai, em alto e bom som. O filho, meu amigo, muito envergonhado já me chamava para irmos embora, pra eu não presenciar aquilo. Eu rapidinho falava: - Não cara, fica tranqüilo, não me incomodo não!
E fazia mais. Eu ia seguindo os pais deles pela casa, sempre meio escondido, rindo de toda aquela situação. Não, sério, eu me mijava de rir. Ás vezes não agüentava e eles me notavam daí o espetáculo ficava menos real.
Adorava aquilo, minha casa era muito monótona. Todo dia ia pra casa desse meu amigo.
É a galera gosta de ver o circo pegar fogo e o palhaço se fuder!
- Na boa, eu conhecia uma família que era assim também Rodrigo. No duro, eu adorava ir pra casa desse meu amigo porque me divertia horrores. Era o seguinte: A mãe dele vinha berrando, dando o maior esporro no pai, em alto e bom som. O filho, meu amigo, muito envergonhado já me chamava para irmos embora, pra eu não presenciar aquilo. Eu rapidinho falava: - Não cara, fica tranqüilo, não me incomodo não!
E fazia mais. Eu ia seguindo os pais deles pela casa, sempre meio escondido, rindo de toda aquela situação. Não, sério, eu me mijava de rir. Ás vezes não agüentava e eles me notavam daí o espetáculo ficava menos real.
Adorava aquilo, minha casa era muito monótona. Todo dia ia pra casa desse meu amigo.
É a galera gosta de ver o circo pegar fogo e o palhaço se fuder!
01 fevereiro, 2009
aqui e agora
Cansado de todas as frustrações da vida, de todas as decepções, de todos os percalços, ele tomou uma decisão. Não podia mais perder tempo. Sua vida era agora. Se ele pretendia mudar, tinha que fazê-lo rápido. Por isso, tomou um fôlego e disse:
- Chega! Vou mudar isso agora.
- Aonde vai? O que vai fazer? – notou-se um tom preocupado na voz dela.
- Vou agora mesmo até a casa lotérica!!
- Chega! Vou mudar isso agora.
- Aonde vai? O que vai fazer? – notou-se um tom preocupado na voz dela.
- Vou agora mesmo até a casa lotérica!!
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